O Ato Nacional Contra a Pirataria, realizado na Capital, reuniu comerciantes, consumidores e representantes do comércio e indústria na manhã de hoje, 12, no Paço Municipal. Durante a ação, promovida pela Secretaria Municipal da Indústria e Comércio (Smic) e pelo vereador Adeli Sell, o prefeito José Fogaça recebeu um manifesto pedindo o fim da comercialização de produtos ilegais em Porto Alegre.
"Esta não é uma manifestação contra a Prefeitura, mas serve para reforçar o interesse da sociedade civil em defender o comércio legal", explicou o vereador. Em seguida, representantes de entidades ligadas ao comércio e à indústria relataram ao prefeito os prejuizos causados pela pirataria.
Fogaça falou sobre as ações desenvolvidas pela prefeitura no combate ao comércio clandestino, observou a importância da integração entre governo e sociedade e destacou o papel das entidades especialmente na conscientização e formação da opinião pública. "Esta não é apenas uma luta de direitos autorais ou em defesa dos padrões econômicos. É uma ação também em defesa dos padrões éticos e morais da comunidade brasileira".
O titular da Smic, Idenir Cecchin, apresentou os números das apreensões realizadas pelos fiscais da secretaria nos últimos anos: em 2005 foram recolhidos 727,5 mil produtos falsificados; 700,8 mil em 2006; e em 2007 foram apreendidos até o momento, 407 mil itens piratas.